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O Dia das Mães passou. E agora?

  • Foto do escritor: Rita Sampaio
    Rita Sampaio
  • 12 de mai.
  • 2 min de leitura
Para a maioria das marcas, agora é silêncio...

A comunicação para.
A relação com quem comprou esfria.
O foco já muda para a próxima data.
E é exatamente aqui que se perde dinheiro.

Quem comprou, já confiou.


Esse é um ponto que muita empreendedora não percebe: a pessoa que comprou de você já tomou a decisão mais difícil, confiar. Ela pesquisou, comparou, escolheu a sua marca. Pagou. Recebeu.

E mesmo assim, muita marca desaparece depois disso. Sem mensagem, sem acompanhamento, sem pós-venda.


Vender uma vez é fácil. Difícil é fazer voltar.


A diferença entre uma marca que cresce e uma que fica presa em ciclos de campanha sazonal é simples: o que ela faz entre uma data e outra.

Porque o dinheiro não está só na campanha. Está no que vem depois.

O que significa pós-venda na prática?


Não precisa ser complexo. Precisa ser INTENCIONAL:
  • Uma mensagem de agradecimento depois da compra. Simples, pessoal, genuína.
  • Perguntar sobre a experiência. A entrega chegou bem? O presente agradou?
  • Manter a comunicação ativa. Não desaparecer até a próxima promoção.
  • Oferecer motivo para voltar. Não necessariamente desconto, pode ser conteúdo, novidade, acesso antecipado.

Por que isso é mais lucrativo que adquirir clientes novos?


Dados de mercado são consistentes nesse ponto: reter um cliente custa de 5 a 7 vezes menos do que conquistar um novo.
E clientes recorrentes tendem a comprar com ticket médio maior, porque já confiam.

Quando você investe toda a sua energia em atrair, e nenhuma em manter, você está sempre começando do zero. E começar do zero, toda vez, é caro e cansativo.


O pós-venda como FERRAMENTA DE POSICIONAMENTO.


Mais do que vender de novo, o pós-venda comunica algo sobre a sua marca: que ela se importa.
Que a relação não é transacional.
Que existe cuidado além da venda.

E para mulheres empreendedoras, que muitas vezes construíram seus negócios com base em relação, afeto e proximidade, isso não deveria ser estratégia nova. Deveria ser natural.

O que falta, na maioria das vezes, é estrutura para fazer isso acontecer de forma consistente. Não como exceção, mas como processo.


ESTRUTURE O QUE VEM DEPOIS!


Se o Dia das Mães te trouxe clientes, ótimo. Agora a pergunta é: o que você vai fazer para que essas clientes voltem sem precisar de outra campanha?

O resultado de verdade não está na data.
Está no que você constrói a partir dela.
 
 
 
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